‘Por que Eça ainda deve ser lido’, assinala em crítica literária o blogueiro e jornalista Paulo Nogueira

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Da Redação

21/4/2014 – Em artigo, Paulo Nogueira descreve Eça de Queiroz como um autor fundamental. “Numa vida breve – morreu em 1900, aos 55 anos — construiu uma soberba pirâmide literária. O estilo exuberante, descritivo como mandava a escola naturalista à qual ele se filiou, se mesclou com características deliciosas em sua prosa”, escreve o blogueiro. “Eça, como os intelectuais progressista de seus dias, era fanaticamente anticlerical. Os padres e a igreja representavam, para ele, o atraso. E era absurdamente cru na forma como tratava o sexo em seus livros. Os personagens de Eça são governados pelo anseio sexual”.

Nogueira exemplifica sua crítica, citando a obra “O Crime do Padre Amaro”, um dos clássicos do escritor português; o romance “traz tudo isso: a repulsão à batina e o império dos sentidos. Amaro seduz e consequentemente devasta uma jovem crédula, Amélia. Amaro era como a representação de todos os padres e em Amélia estava a sociedade portuguesa. Eça estava como que dizendo que Portugal fora sodomizado e atrasado pelos padres católicos”.

“Os Maias”, “O Primo Basílio” e “A Relíquia” estão entre outras obras de Eça, mencionadas na crítica literária intitulada “Por que Eça ainda deve ser lido”, publicada na página eletrônica Diário do Centro do Mundo.

A íntegra do texto pode ser acessada AQUI.

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